LIVRO DE FEVEREIRO – 2019

Nas Fronteiras da Loucura

Manoel Philomeno de Miranda

Psic. Divaldo P. Franco

 

Dentro da sublime tarefa de desvelar, para nós encarnados, a realidade do mundo espiritual, Manoel Philomeno de Miranda, pela mediunidade de Divaldo Franco, dá continuidade a um estilo semelhante ao do Espírito André Luiz, pelas mãos de Chico Xavier. Ao mesmo tempo em que se coloca como aprendiz junto ao Benfeitor Bezerra de Menezes, vai descrevendo as condições espirituais que cercam os encarnados e sua interação com os desencarnados, bem mais significativa do que imaginamos.

Neste livro ele descreve as interações espirituais durante o período de carnaval do Rio de Janeiro na década de 80, quando este livro foi publicado. Podemos afirmar, sem receio de equívocos, que não há indicativos de que as condições tenham se modificado muito na época atual. Dadas as liberalidades em diversos campos de ação humana, particularmente entre os mais jovens de hoje, o mais provável é que as obsessões tenham se intensificado. Por esta razão, recomendamos sua leitura, ou releitura, neste período.

Vale notar a especial observação que consta no seu prefácio intitulada “Explicação” feita pelo Espírito André Luiz através da psicografia de Chico Xavier, consolidando a consonância do trabalho grandioso deste dois Espíritos através dos respectivos médiuns.

EXPLICAÇÃO

“A desmontagem da obsessão é trabalho milenar sobre a Terra. Por isso mesmo, não se atribui a um tarefeiro único a obrigação de erradicá-la no caminho dos homens.

Manoel Philomeno de Miranda é um batalhador que penetra no campo de serviço criando novos sistemas de trabalho e novos planos de ação para que se nos extinga semelhante flagelo no mundo físico.

Que a sua tarefa frutifique em bençãos de libertação e que o Senhor a todos nos fortaleça e nos abençoe.”

(André Luiz – prefácio do livro do mês)

LIVRO DE JANEIRO – 2019

Desobsessão

André Luiz – psic. F.C.Xavier

 

André Luiz nos traz as diretrizes do trabalho inadiável de atendimento ao Espíritos sofredores ou ainda presos às teias da maldade, ignorantes de que só a luz do bem nos confere felicidade definitiva. E, no final do prefácio, Emmanuel sintetiza:

“Salientando, pois, neste volume, precioso esforço de síntese no alívio aos obsessos, através dos colaboradores de todas as condições, rogamos ao Senhor nos sustente a todos — tarefeiros encarnados e desencarnados — na obra a realizar, porquanto obsidiados e obsessores, cons­ciente ou inconscientemente arrojados à desorientação, no mundo ou além do mundo, são irmãos que nos pe­dem arrimo, companheiros que nos integram a família terrestre, e o amparo à família não é ministério que de­vamos relegar para a esfera dos anjos e sim obrigação intransferível que nos compete abraçar por serviço nosso”.

UM LIVRO DIFERENTE

“E perguntou-lhe Jesus, dizendo: “Qual é o teu nome?” E ele disse: “Legião”, porque tinham entrado nele muitos demônios.” — LUCAS, 30,8.

      Atendendo ao trabalho da desobsessão nos arredo­res de Gádara, vemos Jesus a conversar fraternalmente com o obsesso que lhe era apresentado, ao mesmo tem­po que se fazia ouvido pelos desencarnados infelizes.

       Importante verificar que ante a interrogativa do Mestre, a perguntar-lhe o nome, o médium, consciente da pressão que sofria por parte das Inteligências contur­badas e errantes, informa chamar-se “Legião”, e o evan­gelista acrescenta que o obsidiado assim procedia “por­que tinham entrado nele muitos demónios”.

        Sabemos hoje com Allan Kardec, conforme pala­vras textuais do Codificador da Doutrina Espírita, no item 6 do capítulo 12º, “Amai os vossos inimigos”, de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, que “esses demô­nios mais não são do que as almas dos homens perver­sos, que ainda se não despojaram dos instintos mate­riais”.

No episódio, observamos o Cristo entendendo-se, de maneira simultânea, com o médium e com as entidades comunicantes, na benemérita empresa do esclarecimen­to coletivo, ensinando-nos que a desobsessão não é caça a fenômeno e sim trabalho paciente do amor conjugado ao conhecimento e do raciocínio associado à fé.

 (Emmanuel – no início do prefácio do livro do mês)

LIVRO DE DEZEMBRO

Quando voltar a primavera

Amélia Rodrigues – psic. Divaldo P. Franco

 

Notável poetisa, quando encarnada, professora emérita, escritora consagrada, teatróloga, Amélia Rodrigues nos apresenta Jesus com um colorido agradável em uma narrativa mais contemporânea. A leitura crua dos Evangelhos requer um aprofundamento cultural sobre os tempos de Jesus, que a maioria de nós ainda não temos.

Ao encontrar na mediunidade de Divaldo P. Franco, sob a direção de Joanna de Ângelis, um canal para suas expressões literárias, entrega-se à narrativa dos Evangelhos de Jesus e Sua passagem pela Terra.

“Quando voltar a primavera” é um dentre outros mais de dez livros que nos faz conhecer a história de Jesus de perto percebendo a grandiosidade de suas ações junto ao povo que O buscava. Mas também junto aos fariseus astutos que acabavam se enredando nas proprias malhas quando, para o tentar, formulavam perguntas capciosas objetivando que Ele contrariasse ou as leis de Moisés ou as determinações de César. Jesus os respondia com sabedoria aproveitando a oportunidade para deixar novos ensinos que os evangelistas souberam registrar.