MAIO – Qual o limite de uso da internet para as nossas vidas?

Estabelercer limites é uma questão muito interessante.
Nossas vidas apresentam várias frentes de trabalho que requisitam nossa atenção a todo instante. Família, profissão, saúde, qualificação pessoal, espiritualização, enfim, na encarnação temos que atuar em direções variadas e podemos utilizar a internet como um instrumento valioso.
O limite do razoável será ultrapassado quando utilizarmos a internet por um período de tempo que comece a prejudicar outros caminhos que precisamos trilhar em nossa vida e que estejam a exigir nossa atenção e esforço.
Se passamos a não dar as respostas que a nossa profissão exige de nós, se deixarmos de interagir com nossos familiares, se prejudicarmos a nossa saúde, tudo isso em função do tempo excessivo que dedicamos ã internet, certamente precisaremos estabelecer, com urgência, um limite ao seu uso. Nesse caso, o bom senso é um critério que pode ser usado sem
contraindicações!

Livro: O que o Jovem Espírita quer Saber Capítulo: A Internet, o jovem e a globalização. Por Marcelo Badaró Duarte.

A SOPA

Acha que servir sopa a quem tem
fome é desnecessário?
Acredita que oferecer um prato de
sopa quente é assistencialismo barato?
Pensa que a sopa fraterna é um
recurso dispensável?
Tem certeza de que nos basta apenas
a caridade moral?
Então, meu irmão, por que Jesus
multiplicou pães e peixes para saciar a
fome da multidão?
É imprescindível o Evangelho, que
sacia a fome do espírito; entretanto é
indispensável o pão, que alimenta o
corpo.
Caso duvide, experimente:
falar de Jesus a quem esteja há
dois dias sem se alimentar…
Pregar a imortalidade ao mendigo
que esteja prestes a desfalecer de fome…
Falar de amor à mãe que não tem
um copo de leite para oferecer ao filho.
Respeitemos os que pensam diferente.
Quanto a nós, continuemos a servir
a sopa a quem tenha fome e, caso ela se
torne um mecanismo de “atração” para
Jesus, melhor ainda.
O calor humano é essencial, mas a
sopa quente também aquece.
Do livro Jesus no teu dia-a-dia Agnaldo Paviani pelo Espírito José de Moraes.