Gandhi, Jesus e o Sermão do Monte
Referência mundial de não violência, Mahatma Gandhi transformou a história ao unir amor, ação e paz. Ao encontrar Jesus Cristo nos Evangelhos, ficou profundamente tocado pelo Sermão do Monte (Mateus 5–7), que chamou de essência do cristianismo e verdadeiro manual de vida. Sua admiração é resumida na frase: “Se se perdessem todos os livros sacros da humanidade e só se salvasse o Sermão da Montanha, nada estaria perdido.” Para Gandhi, ali está o coração do amor, do perdão e da não violência, capaz de transformar o mundo a partir de cada pessoa. Para descobrir o que torna o Sermão da Montanha tão transformador, só lendo por si mesmo. Topa esse desafio?!
Charge do mês
01
Agenda do mês de Maio
A Páscoa na visão Espírita
A gente está chegando perto de uma data muito conhecida: a Páscoa. Mas será que sabemos mesmo o que ela significa? Antes de virar uma festa cheia de chocolates, coelhos e presentes, a Páscoa era uma celebração judaica que lembrava a libertação de um povo que viveu muito tempo em situação de escravidão. Ou seja, desde o começo, a Páscoa fala sobre liberdade. A Páscoa também traz símbolos fortes, como o cordeiro. Na tradição judaica, ele era acolhido pela família por alguns dias, convivendo de perto, criando laços de afeto, quase como parte da casa. Na sexta-feira de Páscoa, era sacrificado, gerando uma experiência de dor e perda. Essa experiência carregava em si um aprendizado profundo: crescer espiritualmente envolve amor, entrega e, muitas vezes, renúncia. Quando pensamos em Jesus, esse símbolo ganha ainda mais sentido. Ele também conviveu com seus discípulos por três anos, criou laços, ensinou pelo exemplo e pelo amor. E, assim como o cordeiro, foi entregue, mesmo sendo inocente. Por isso, muitas vezes é chamado de “Cordeiro de Deus”: aquele que ama até o fim, que não revida, que perdoa e que transforma a dor em caminho de libertação. Mesmo sabendo que seria incompreendido, negado e traído, Jesus escolheu amar. Sua partida não foi um fim, mas um convite: entender que a vida continua e que o amor verdadeiro não acaba. Para o Espiritismo, a Páscoa pode ser vista como um símbolo de transformação interior. Libertar-se não é só sair de uma prisão física, mas também das nossas limitações, egoísmo, orgulho e medo. É aprender a amar melhor, a perdoar e a confiar na vida espiritual. Talvez o maior sentido da Páscoa hoje seja esse: lembrar que todos nós estamos em processo de crescimento e que sempre podemos recomeçar. E aí fica um convite: como você, enquanto jovem espírita, pode viver uma Páscoa mais verdadeira? O que você precisa transformar dentro de si para dar um passo a mais na sua própria libertação?
Texto adaptado do vídeo: A Páscoa na visão Espírita por Haroldo Dutra Dias – https://www.youtube.com/watch?v=FNIKUM3TO0o acesso: 24/03/2026

