{"id":1050,"date":"2018-04-12T01:43:16","date_gmt":"2018-04-12T01:43:16","guid":{"rendered":"http:\/\/geal.org.br\/juventude\/?p=1050"},"modified":"2018-07-02T19:11:07","modified_gmt":"2018-07-02T19:11:07","slug":"fugas-preguica-raiva-e-medo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/geal.org.br\/juventude\/?p=1050","title":{"rendered":"Fugas, pregui\u00e7a, raiva e medo"},"content":{"rendered":"<p>[&#8230;] as sucessivas descargas emocionais perturbadoras de tal forma sobrecarregam os nervos que, invariavelmente, transferem aquelas mais dif\u00edceis de contornadas e aceitas, para os arquivos do inconsciente, dando lugar \u00e0s fugas psicol\u00f3gicas em que se comprazem muitos pacientes. Ao inv\u00e9s dos enfrentamentos dos problemas com naturalidade, determinadas predisposi\u00e7\u00f5es emocionais impedem a aceita\u00e7\u00e3o das ocorr\u00eancias mais exaustivas, produzindo um mecanismo autom\u00e1tico escapista, mediante o qual parece livrar-se da dificuldade, quando, apenas, posterga.<\/p>\n<p>A pregui\u00e7a [&#8230;] surge, naturalmente, expressando-se como efeito de algum tipo de cansa\u00e7o ou mesmo necessidade de repouso, de recomposi\u00e7\u00e3o das for\u00e7as e do entusiasmo para a luta existencial. Todavia, quando se torna prolongado o per\u00edodo reservado para o refazimento das energias, optando-se pela comodidade que se nega \u00e0s atitudes indispens\u00e1veis ao progresso, apresenta-se como fen\u00f4meno an\u00f4malo.<\/p>\n<p>A raiva \u00e9 um sentimento que se exterioriza toda vez que o ego sente-se ferido, liberando esse abomin\u00e1vel advers\u00e1rio que destr\u00f3i a paz no indiv\u00edduo. Instala-se inesperadamente, em face de qualquer conflito expresso ou oculto, desferindo golpes violentos de inj\u00faria e de agressividade. [&#8230;] De algum forma, a raiva \u00e9 um mecanismo de defesa do referido instinto de conserva\u00e7\u00e3o da vida, que se op\u00f5e a qualquer ocorr\u00eancia que interpreta como agress\u00e3o, reagindo, de imediato, quando deveria agir de maneira racional.<\/p>\n<p>Todos s\u00e3o v\u00edtimas do medo em rela\u00e7\u00e3o ao desconhecido como ocorr\u00eancia normal. Quando se aguarda a concretiza\u00e7\u00e3o de algo ambicionado, \u00e9 natural que ocorram d\u00favidas em forma de medo da sua n\u00e3o viabilidade; quando algu\u00e9m se afei\u00e7oa por outrem ocorre o medo de n\u00e3o ser correspondido; em face da instabilidade dos fen\u00f4menos existenciais o medo ocupa um lugar de destaque, assim como ocorre a outros sentimentos. Todavia, quando extrapola, gerando situa\u00e7\u00f5es conflitivas, dando largas \u00e0 imagina\u00e7\u00e3o atormentada, propiciando ansiedade, sudorese, arritmia card\u00edaca, identifica-se a de imediato um pavor que assoma e amea\u00e7a a estabilidade emocional.<\/p>\n<p align=\"right\">(Trechos do livro do m\u00eas)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[&#8230;] as sucessivas descargas emocionais perturbadoras de tal forma sobrecarregam os nervos que, invariavelmente, transferem aquelas mais dif\u00edceis de contornadas e aceitas, para os arquivos do inconsciente, dando lugar \u00e0s fugas psicol\u00f3gicas em que se comprazem muitos pacientes. 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