Isaac Newton tinha um amigo que era tão inteligente quanto ele, mas totalmente diferente em um ponto: não acreditava em Deus. Os dois adoravam discutir sobre isso. Um dia, Newton mandou fazer uma miniatura do sistema solar — com o sol dourado no centro e os planetas girando em volta, tudo funcionando com engrenagens e uma manivela. Quando o amigo viu aquela obra incrível, ficou encantado e perguntou: “Quem fez isso?”. Newton, sem levantar os olhos do livro, respondeu: “Ninguém!”. O amigo, indignado, retrucou: “Como assim ninguém? Alguém genial fez!”. Foi então que Newton se levantou e disse: “Se você não acredita que esse pequeno modelo surgiu sozinho, como pode achar que o universo inteiro, muito mais perfeito, existe sem um Criador?”. Essa história traduz uma ideia poderosa também presente na Doutrina Espírita: é incoerente negar Deus quando vemos a perfeição das leis que regem o mundo. Mesmo com todos os desafios cotidianos, o sol continua nascendo, as estações seguem seu curso, e a Terra nunca esquece de germinar a semente que recebe. A harmonia do universo é, por si só, uma prova viva de uma inteligência maior. A certeza da existência de Deus não vem de dogmas, mas da razão — de olhar à nossa volta e perceber que nada tão perfeito pode ter nascido do acaso. Pense nisso e nunca se esqueça que Deus sempre estará ao nosso lado nos momentos de desafios, bastará que conectemos com Ele! Quer saber como? Vem pra Jeag!!
Charge do mês
Agenda do mês de outubro
01
Aniversariantes de outubro
Para cada vício, uma virtude! – Cidadão do Universo
Todos nós carregamos uma “galera” que nos acompanha: os vícios do ego. Alguns são conhecidos — impaciência, rigidez, desonestidade, desamor — e outros se disfarçam de qualidades, como perfeccionismo, puritanismo, sensualismo e exigência. Diferentes de vícios materiais, eles também nos atormentam, pois revelam aspectos que cultivamos em algum momento da vida ou de existências passadas.
Ignorar esses vícios não funciona, tampouco combatê-los com raiva. O caminho é encará-los como indicadores do que precisamos transformar. Jesus já ensinava: “Concilia-te depressa com o teu adversário enquanto estás no caminho com ele.” Assim, cada vício mostra a direção de uma virtude a ser desenvolvida.
A virtude não compete nem elimina pela força; ela ilumina, como a luz diante da escuridão ou o calor diante do frio. Para cada vício há uma virtude correspondente: da impaciência, nasce a paciência; da rigidez, a flexibilidade; da desonestidade, a honestidade; do desamor, o amor. O perfeccionismo e a exigência nos convidam ao sentimento de aprendiz; o puritanismo à purificação; e o sensualismo à sensibilidade.
Ser cidadão do universo é reconhecer esses “companheiros” e transformá-los em aliados do nosso crescimento interior.
Texto adaptado do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=1L6ZvRXKPLY. Acesso: 25/09/2025.

