Quem fez isso!?

Isaac Newton tinha um amigo que era tão inteligente quanto ele, mas totalmente diferente em um ponto: não acreditava em Deus. Os dois adoravam discutir sobre isso. Um dia, Newton mandou fazer uma miniatura do sistema solar — com o sol dourado no centro e os planetas girando em volta, tudo funcionando com engrenagens e uma manivela. Quando o amigo viu aquela obra incrível, ficou encantado e perguntou: “Quem fez isso?”. Newton, sem levantar os olhos do livro, respondeu: “Ninguém!”. O amigo, indignado, retrucou: “Como assim ninguém? Alguém genial fez!”. Foi então que Newton se levantou e disse: “Se você não acredita que esse pequeno modelo surgiu sozinho, como pode achar que o universo inteiro, muito mais perfeito, existe sem um Criador?”. Essa história traduz uma ideia poderosa também presente na Doutrina Espírita: é incoerente negar Deus quando vemos a perfeição das leis que regem o mundo. Mesmo com todos os desafios cotidianos, o sol continua nascendo, as estações seguem seu curso, e a Terra nunca esquece de germinar a semente que recebe. A harmonia do universo é, por si só, uma prova viva de uma inteligência maior. A certeza da existência de Deus não vem de dogmas, mas da razão — de olhar à nossa volta e perceber que nada tão perfeito pode ter nascido do acaso. Pense nisso e nunca se esqueça que Deus sempre estará ao nosso lado nos momentos de desafios, bastará que conectemos com Ele! Quer saber como? Vem pra Jeag!!

Para cada vício, uma virtude! – Cidadão do Universo

Todos nós carregamos uma “galera” que nos acompanha: os vícios do ego. Alguns são conhecidos — impaciência, rigidez, desonestidade, desamor — e outros se disfarçam de qualidades, como perfeccionismo, puritanismo, sensualismo e exigência. Diferentes de vícios materiais, eles também nos atormentam, pois revelam aspectos que cultivamos em algum momento da vida ou de existências passadas.

Ignorar esses vícios não funciona, tampouco combatê-los com raiva. O caminho é encará-los como indicadores do que precisamos transformar. Jesus já ensinava: “Concilia-te depressa com o teu adversário enquanto estás no caminho com ele.” Assim, cada vício mostra a direção de uma virtude a ser desenvolvida.

A virtude não compete nem elimina pela força; ela ilumina, como a luz diante da escuridão ou o calor diante do frio. Para cada vício há uma virtude correspondente: da impaciência, nasce a paciência; da rigidez, a flexibilidade; da desonestidade, a honestidade; do desamor, o amor. O perfeccionismo e a exigência nos convidam ao sentimento de aprendiz; o puritanismo à purificação; e o sensualismo à sensibilidade.

Ser cidadão do universo é reconhecer esses “companheiros” e transformá-los em aliados do nosso crescimento interior.

Texto adaptado do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=1L6ZvRXKPLY. Acesso: 25/09/2025.