LIVRO DE NOVEMBRO – 2016

DIAS VENTUROSOS

Amélia Rodrigues

Psic. Divaldo P. Franco

       Reunimos, neste livro, narrativas que ouvimos e anotamos em nossas conversações íntimas no além-túmulo, e que fazem parte das suaves-doces histórias do mundo espiritual.

Não se trata de fatos reais, de acontecimentos históricos, mas de interpretações de algumas das muitas ocorrências que assinalaram o Seu Apostolado, e que passaram de geração, tornando-se motivo de comentários felizes que se repetem entre nós, os desencarnados.

Objetivamos, com as páginas que constituem a presente obra, recordar aqueles DIAS VENTUROSOS, ricos de beleza e de esperanças, de harmonia e de ternura, que dedicamos a todos quantos sofrem e anelam por uma palavra de conforto, de encorajamento, de paz.

Sem qualquer pretensão literária ou prurido escriturístico de restabelecer verdades evangélicas, o nosso propósito fundamental é consolar, despertar sentimentos de amor e de bondade nos leitores que nos honrarem com a sua atenção e  gentileza.

Hoje, tanto quanto ontem, todos necessitamos de Jesus descrucificado, do Homem incomparável que arrostou todas as consequências pela coragem de amar, a ponto de dar a própria  vida, para que todos tivéssemos vida em abundância.

Ante a impossibilidade, portanto, de ser transformado o mundo de violência e desar da atualidade, de um para outro momento, pelo menos podemos convidar alguns corações a que se desarmem e algumas mentes a que modifiquem a forma de pensar, considerando a necessidade da iluminação interior, única a produzir a renovação de toda a sociedade para melhor.

Acreditando haver realizado o possível dentro dos nossos limites, exaramos a Jesus que nos abençoe e nos conceda a Sua paz.

Salvador, 10 de setembro de 1997.

Amélia Rodrigues

 

Um conto judaico

Um antigo conto judaico relata que a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e adornos. Todos que a viam viravam-lhe as costas de vergonha e medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas. Um dia, desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente trajando elegante vestimenta.

– Verdade, por que você está tão abatida? – perguntou a Parábola.

– Porque devo ser muito fria e antipática – respondeu  amargurada Verdade.

– Que disparate! – sorriu a Parábola – Não é por isso que os homens evitam você. Vista alguma das minhas roupas e veja o que acontece.

Então, a Verdade colocou lindas vestes e passou a ser bem-vinda.

Expressando a milenar sabedoria popular, o conto ensina que o homem, na sua imaturidade espiritual, não gosta de encarar a verdade sem adornos. Jesus como profundo conhecedor das nossas fraquezas, falou por parábolas para que as verdades que elas encerram fossem descobertas na medida da evolução humana.

(Trecho do prefácio do livro do mês)

LIVRO DE OUTUBRO – 2016

Jesus de Nazaré

Uma narrativa da vida e das parábolas

 Frederico G. Kremer

       Ao longo do tempo, o Evangelho de Jesus tem sido interpretado sob diversos pontos de vista: deforma literal, alegórica ou simbólica e espiritual.

Sem desmerecer a importância das abordagens intelectuais, o grande objetivo do homem deve ser interpretar a Boa-Nova, buscando vivenciar suas lições. O Divino Mestre utilizou-se das parábolas para ilustrar seus preceitos, legando à humanidade, por meio de poéticas comparações, um rico acervo de ensinamentos.

Esta obra apresenta ao leitor uma abordagem espírita das parábolas, relatando os principais acontecimentos da trajetória do Cristo relatados pelos evangelistas e enriquecida pelos comentários que nos levam a refletir sobre a personalidade única que é Jesus de Nazaré, Guia e Modelo da humanidade.

Mocidade e Evangelho

A Boa Nova é a mensagem de paz que o Mestre dirige, também, ao coração da mocidade, convidando-a a colaborar na edificação do seu Reino, a contribuir no esforço de transformação da fisionomia moral do mundo.

(…)

Somente o Evangelho – meditemos bem – solucionará o problema evolutivo da humanidade.

Onde houver Evangelho, sentido e vivido, haverá caridade e perdão, cessando, assim, discórdias e desinteligências.

(…)

Ao influxo do amor, as ervas daninhas não vicejarão.

Espalhada a Boa Nova, difundidos os ensinos evangélicos, através da palavra falada e escrita e dos exemplos edificantes, a luz divina da grande Lâmpada clareará consciências e confortará corações em todos os recantos da Terra.

(…)

Lembremos, pois, a recomendação de Paulo ao moço Timóteo, encoranjando-o com amor: “Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus”.(II Timóteo, 2:1)

(…)

As reformas têm que decorrer, precipuamente, do indivíduo para a sociedade.

Da unidade para o conjunto, do simples para o composto.

Do homem para a família, grupos e coletividades.

Não se darão, em tempo algum, de fora para dentro, da periferia para o centro.

Resultam – ou terão que resultar – da claridade interna, da modificação íntima.

Os moços espíritas de hoje edificarão, com o Evangelho, a reforma dos costumes, a fim de que possa Jesus dizer, um dia: “O meu Reino já é deste mundo”.

(Trechos do cap. 31 do livro do mês)

LIVRO DE SETEMBRO – 2016

Estudando o Evangelho

Martins Peralva

        Estudioso do Espiritismo e trabalhador dedicado na seara espírita, o autor nos apresenta neste livro um estudo substancial sobre a necessidade da vivência dos ensinos evangélicos nos atuais momentos da vida humana, assinalados pelas importantes modificações por que passa a sociedade planetária.

Conceitos e frases do Novo Testamento recebem comentários e interpretações à luz da Doutrina Espírita, adquirindo beleza e ação multiplicada.

Em 58 capítulos, são desenvolvidos temas como: mocidade e trabalho; reencarnação e Evangelho; livre-arbítrio e perdão.

Não há quem não retire ensinamentos confortadores e edificantes das lições que o autor nos oferece visando, sobretudo, a transformá-los em diretrizes para as nossas almas.