Decidimos repetir o livro sugerido no mês de março, ESTUDANDO O EVANGELHO, pois nunca o mundo precisou tanto do Evangelho de Jesus como agora nesses momentos de pandemia.
Neste livro, o autor nos apresenta um estudo substancial sobre a necessidade da vivência dos ensinos evangélicos nos atuais momentos da vida humana, assinalados pelas importantes modificações por que passa a sociedade
planetária.
Conceitos e frases do Novo Testamento recebem comentários e interpretações à luz da Doutrina Espírita, adquirindo beleza e ação
multiplicada.
Em 58 capítulos, são desenvolvidos temas como: mocidade e trabalho; reencarnação
Mocidade e Evangelho
A Boa Nova é a mensagem de paz que o Mestre dirige, também, ao coração da mocidade, convidando-a a colaborar na edificação do seu Reino, a contribuir no esforço de transformação da fisionomia moral do mundo.
(…)
Somente o Evangelho – meditemos bem – solucionará o problema evolutivo da humanidade.
Onde houver Evangelho, sentido e vivido, haverá caridade e perdão, cessando, assim, discórdias e desinteligências.
(…)
Ao influxo do amor, as ervas daninhas não vicejarão.
Espalhada a Boa Nova, difundidos os ensinos evangélicos, através da palavra falada e escrita e dos exemplos edificantes, a luz divina da grande Lâmpada clareará consciências e confortará corações em todos os recantos da Terra.
(…)
Lembremos, pois, a recomendação de Paulo ao moço Timóteo, encoranjando-o com amor: “Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus”.(II Timóteo, 2:1)
(…)
As reformas têm que decorrer, precipuamente, do indivíduo para a sociedade.
Da unidade para o conjunto, do simples para o composto.
Do homem para a família, grupos e coletividades.
Não se darão, em tempo algum, de fora para dentro, da periferia para o centro.
Resultam – ou terão que resultar – da claridade interna, da modificação íntima.
Os moços espíritas de hoje edificarão, com o Evangelho, a reforma dos costumes, a fim de que possa Jesus dizer, um dia: “O meu Reino já é deste mundo”.
(Trechos do cap. 31 do livro do mês)
LIVRO DE MARÇO – 2020
Estudando o Evangelho
Martins Peralva
Estudioso do Espiritismo e trabalhador dedicado na seara espírita, o autor nos apresenta neste livro um estudo substancial sobre a necessidade da vivência dos ensinos evangélicos nos atuais momentos da vida humana, assinalados pelas importantes modificações por que passa a sociedade planetária.
Conceitos e frases do Novo Testamento recebem comentários e interpretações à luz da Doutrina Espírita, adquirindo beleza e ação multiplicada.
Em 58 capítulos, são desenvolvidos temas como: mocidade e trabalho; reencarnação e Evangelho; livre-arbítrio e perdão.
Não há quem não retire ensinamentos confortadores e edificantes das lições que o autor nos oferece visando, sobretudo, a transformá-los em diretrizes para as nossas almas.
Perante a Arte
Colaborar na cristianização da arte, sempre que se lhe apresentar ocasião.
A arte deve ser o Belo criando o Bom.
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Repelir, sem crítica azeda, as expressões artísticas torturadas que exaltem a animalidade ou a extravagância.
O trabalho artístico que trai a Natureza nega a si próprio.
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Burilar incansavelmente as obras artísticas de qualquer gênero.
Melhoria buscada, perfeição entrevista.
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Preferir as composições artísticas de feitura espírita integral, preservando-se a pureza doutrinária.
A arte enobrecida estende o poder do amor.
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Examinar com antecedência as apresentações artísticas para as reuniões festivas nos arraiais espíritas, dosando-as e localizando-as segundo as condições das assembléias a que se destinem.
A apresentação artística é como o ensinamento: deve observar condições e lugar.
“E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.” — Paulo. (Filipenses, capítulo 4, versículo 7.)
(Cap. 44 do livro do mês)
LIVRO DO FEVEREIRO – 2020
Conduta Espírita
André Luiz – psic. F.C.Xavier
Abraçando o Espiritismo, pedes, a cada passo, orientação para as atitudes que a vida te solicita.
Pensando nisso, André Luiz traçou as normas que constituem este epítome de conduta.
Não encontramos aqui páginas jactanciosas com a presunção de ensinar diretrizes de bom-tom, mas simples conjunto de lembretes para uso pessoal, no caminho da experiência, à feição de roteiro de nossa lógica doutrinária.
Certa feita, disse o Divino Mestre: “Quem me segue, siga-me”, e, noutra circunstância, afirmou: “Quem me segue não anda em trevas.”
Reconhecemos, assim, que não basta admirar o Cristo e divulgar-lhe os preceitos. É imprescindível acompanhá-lo para que estejamos na bênção da luz.
Para isso, é imperioso lhe busquemos a lição pura e viva.
De igual modo acontece na Doutrina Espírita que lhe revive o apostolado de redenção.
(prefácio de Emmanuel)