LIVRO DE ABRIL – 2020

Decidimos repetir o livro sugerido no mês de março, ESTUDANDO O EVANGELHO, pois nunca o mundo precisou tanto do Evangelho de Jesus como agora nesses momentos de pandemia.
Neste livro, o autor nos apresenta um estudo substancial sobre a necessidade da vivência dos ensinos evangélicos nos atuais momentos da vida humana, assinalados pelas importantes modificações por que passa a sociedade
planetária.
Conceitos e frases do Novo Testamento recebem comentários e interpretações à luz da Doutrina Espírita, adquirindo beleza e ação
multiplicada.
Em 58 capítulos, são desenvolvidos temas como: mocidade e trabalho; reencarnação

Mocidade e Evangelho

A Boa Nova é a mensagem de paz que o Mestre dirige, também, ao coração da mocidade, convidando-a a colaborar na edificação do seu Reino, a contribuir no esforço de transformação da fisionomia moral do mundo.

(…)

 Somente o Evangelho – meditemos bem – solucionará o problema evolutivo da humanidade.

Onde houver Evangelho, sentido e vivido, haverá caridade e perdão, cessando, assim, discórdias e desinteligências.

(…)

Ao influxo do amor, as ervas daninhas não vicejarão.

Espalhada a Boa Nova, difundidos os ensinos evangélicos, através da palavra falada e escrita e dos exemplos edificantes, a luz divina da grande Lâmpada clareará consciências e confortará corações em todos os recantos da Terra.

(…)

Lembremos, pois, a recomendação de Paulo ao moço Timóteo, encoranjando-o com amor: “Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus”.(II Timóteo, 2:1)

(…)

As reformas têm que decorrer, precipuamente, do indivíduo para a sociedade.

Da unidade para o conjunto, do simples para o composto.

Do homem para a família, grupos e coletividades.

Não se darão, em tempo algum, de fora para dentro, da periferia para o centro.

Resultam – ou terão que resultar – da claridade interna, da modificação íntima.

Os moços espíritas de hoje edificarão, com o Evangelho, a reforma dos costumes, a fim de que possa Jesus dizer, um dia: “O meu Reino já é deste mundo”.

(Trechos do cap. 31 do livro do mês)

LIVRO DE MARÇO – 2020

Estudando o Evangelho

Martins Peralva

 

Estudioso do Espiritismo e trabalhador dedicado na seara espírita, o autor nos apresenta neste livro um estudo substancial sobre a necessidade da vivência dos ensinos evangélicos nos atuais momentos da vida humana, assinalados pelas importantes modificações por que passa a sociedade planetária.

Conceitos e frases do Novo Testamento recebem comentários e interpretações à luz da Doutrina Espírita, adquirindo beleza e ação multiplicada.

Em 58 capítulos, são desenvolvidos temas como: mocidade e trabalho; reencarnação e Evangelho; livre-arbítrio e perdão.

Não há quem não retire ensinamentos confortadores e edificantes das lições que o autor nos oferece visando, sobretudo, a transformá-los em diretrizes para as nossas almas.

Perante a Arte

Colaborar na cristianização da arte, sempre que se lhe apresentar ocasião.

A arte deve ser o Belo criando o Bom.

*

Repelir, sem crítica azeda, as expressões artísticas torturadas que exaltem a animalidade ou a extravagância.

O trabalho artístico que trai a Natureza nega a si próprio.

*

Burilar incansavelmente as obras artísticas de qualquer gênero.

Melhoria buscada, perfeição entrevista.

*

Preferir as composições artísticas de feitura espírita integral, preservando-se a pureza doutrinária.

A arte enobrecida estende o poder do amor.

*

Examinar com antecedência as apresentações artísticas para as reuniões festivas nos arraiais espíritas, dosando-as e localizando-as segundo as condições das assembléias a que se destinem.

A apresentação artística é como o ensinamento: deve observar condições e lugar.

“E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.” — Paulo. (Filipenses, capítulo 4, versículo 7.)

(Cap. 44 do livro do mês)

LIVRO DO FEVEREIRO – 2020

Conduta Espírita

André Luiz – psic. F.C.Xavier

Abraçando o Espiritismo, pedes, a cada passo, orientação para as atitudes que a vida te solicita.

Pensando nisso, André Luiz traçou as normas que constituem este epítome de conduta.

Não encontramos aqui páginas jactanciosas com a presunção de ensinar diretrizes de bom-tom, mas simples conjunto  de lembretes para uso pessoal, no caminho da experiência, à feição de roteiro de nossa lógica doutrinária.

Certa feita, disse o Divino Mestre: “Quem me segue, siga-me”, e, noutra circunstância, afirmou: “Quem me segue não anda em trevas.”

Reconhecemos, assim, que não basta admirar o Cristo e divulgar-lhe os preceitos. É imprescindível acompanhá-lo para que estejamos na bênção da luz.

Para isso, é imperioso lhe busquemos a lição pura e viva.

De igual modo acontece na Doutrina Espírita que lhe revive o apostolado de redenção.

(prefácio de Emmanuel)