A Boa Nova é a mensagem de paz que o Mestre dirige, também, ao coração da mocidade, convidando-a a colaborar na edificação do seu Reino, a contribuir no esforço de transformação da fisionomia moral do mundo.
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Somente o Evangelho – meditemos bem – solucionará o problema evolutivo da humanidade.
Onde houver Evangelho, sentido e vivido, haverá caridade e perdão, cessando, assim, discórdias e desinteligências.
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Ao influxo do amor, as ervas daninhas não vicejarão.
Espalhada a Boa Nova, difundidos os ensinos evangélicos, através da palavra falada e escrita e dos exemplos edificantes, a luz divina da grande Lâmpada clareará consciências e confortará corações em todos os recantos da Terra.
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Lembremos, pois, a recomendação de Paulo ao moço Timóteo, encoranjando-o com amor: “Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus”.(II Timóteo, 2:1)
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As reformas têm que decorrer, precipuamente, do indivíduo para a sociedade.
Da unidade para o conjunto, do simples para o composto.
Do homem para a família, grupos e coletividades.
Não se darão, em tempo algum, de fora para dentro, da periferia para o centro.
Resultam – ou terão que resultar – da claridade interna, da modificação íntima.
Os moços espíritas de hoje edificarão, com o Evangelho, a reforma dos costumes, a fim de que possa Jesus dizer, um dia: “O meu Reino já é deste mundo”.
(Trechos do cap. 31 do livro do mês)