LIVRO DE OUTUBRO – 2016

Jesus de Nazaré

Uma narrativa da vida e das parábolas

 Frederico G. Kremer

       Ao longo do tempo, o Evangelho de Jesus tem sido interpretado sob diversos pontos de vista: deforma literal, alegórica ou simbólica e espiritual.

Sem desmerecer a importância das abordagens intelectuais, o grande objetivo do homem deve ser interpretar a Boa-Nova, buscando vivenciar suas lições. O Divino Mestre utilizou-se das parábolas para ilustrar seus preceitos, legando à humanidade, por meio de poéticas comparações, um rico acervo de ensinamentos.

Esta obra apresenta ao leitor uma abordagem espírita das parábolas, relatando os principais acontecimentos da trajetória do Cristo relatados pelos evangelistas e enriquecida pelos comentários que nos levam a refletir sobre a personalidade única que é Jesus de Nazaré, Guia e Modelo da humanidade.

Mocidade e Evangelho

A Boa Nova é a mensagem de paz que o Mestre dirige, também, ao coração da mocidade, convidando-a a colaborar na edificação do seu Reino, a contribuir no esforço de transformação da fisionomia moral do mundo.

(…)

Somente o Evangelho – meditemos bem – solucionará o problema evolutivo da humanidade.

Onde houver Evangelho, sentido e vivido, haverá caridade e perdão, cessando, assim, discórdias e desinteligências.

(…)

Ao influxo do amor, as ervas daninhas não vicejarão.

Espalhada a Boa Nova, difundidos os ensinos evangélicos, através da palavra falada e escrita e dos exemplos edificantes, a luz divina da grande Lâmpada clareará consciências e confortará corações em todos os recantos da Terra.

(…)

Lembremos, pois, a recomendação de Paulo ao moço Timóteo, encoranjando-o com amor: “Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus”.(II Timóteo, 2:1)

(…)

As reformas têm que decorrer, precipuamente, do indivíduo para a sociedade.

Da unidade para o conjunto, do simples para o composto.

Do homem para a família, grupos e coletividades.

Não se darão, em tempo algum, de fora para dentro, da periferia para o centro.

Resultam – ou terão que resultar – da claridade interna, da modificação íntima.

Os moços espíritas de hoje edificarão, com o Evangelho, a reforma dos costumes, a fim de que possa Jesus dizer, um dia: “O meu Reino já é deste mundo”.

(Trechos do cap. 31 do livro do mês)

LIVRO DE SETEMBRO – 2016

Estudando o Evangelho

Martins Peralva

        Estudioso do Espiritismo e trabalhador dedicado na seara espírita, o autor nos apresenta neste livro um estudo substancial sobre a necessidade da vivência dos ensinos evangélicos nos atuais momentos da vida humana, assinalados pelas importantes modificações por que passa a sociedade planetária.

Conceitos e frases do Novo Testamento recebem comentários e interpretações à luz da Doutrina Espírita, adquirindo beleza e ação multiplicada.

Em 58 capítulos, são desenvolvidos temas como: mocidade e trabalho; reencarnação e Evangelho; livre-arbítrio e perdão.

Não há quem não retire ensinamentos confortadores e edificantes das lições que o autor nos oferece visando, sobretudo, a transformá-los em diretrizes para as nossas almas.

Palavras ao Autor

Sim, meu amigo, observa a cachoeira que surge aos teus olhos.

É um espetáculo de beleza, guardando imensos potenciais de energia.

Revela a glória da Natureza.

Destaca-se pela imponência e impressiona pelo ruído.

Entretanto, para que se faça alicerce de benefícios mais simples, é indispensável que a engenharia compareça, disciplinando-lhe a força.

É então que aparece a usina generosa, sustentando a indústria, estendendo o trabalho, inspirando a cultura e garantindo o progresso.

Assim também é a mediunidade.

Como a queda-dágua, pode nascer em qualquer parte.

Não é patrimônio exclusivo de um grupo, nem privilégio de alguém.

Desponta aqui e ali, adiante e acolá, guardando consigo revelações convincentes e possibilidades assombrosas.

Contudo, para que se converta em manancial de auxílio perene, é imprescindível que a Doutrina Espírita lhe clareie as manifestações e lhe governe os impulsos.

Só então se erige em fonte contínua de ensinamento e socorro, consolação e bênção.

Estudemo-la, pois, sob as diretrizes kardequianas que nos traçam seguro caminho para o Cristo de Deus, através da revivescência do Evangelho simples e puro, a fim de que mediunidade e médiuns se coloquem, realmente, a serviço da sublimação espiritual.

(Emmanuel no prefácio do livro do mês)

LIVRO DE AGOSTO – 2016

Estudando a Mediunidade

Martins Peralva

        Estudioso do Espiritismo e trabalhador dedicado na seara espírita, o autor nos apresenta neste livro o resultado do seu trabalho de estudo do livro “Nos Domínios da Mediunidade” do Espírito André Luiz, pela psicografia de quem ele teve o privilégio de haver comungado da intimidade, o nosso querido Chico Xavier.

“Baseia-se, portanto, nas observações desse Espírito quando, sob a esclarecida orientação do Assistente Áulus, e na companhia de Hilário, visitou diversos núcleos espíritas consagrados ao serviço mediúnico”, explica o próprio autor na Introdução.

Apresenta, de forma muito fácil e didática, com esquemas gráficos e desenhos, as anotações desenvolvidas nas aulas de seu estudo sistemático, capítulo a capítulo, do livro no Centro Espírita Célia Xavier.