XXXIII COMEMORAR – Qual a rede que te prende?

Jovens até 30 anos, venham participar do XXXIII COMEMORAR onde iremos discutir os temas atuais sobre nossa relação com as redes sociais com o tema: “Qual a rede que te prende?”

Será no sábado dia 09 de dezembro de 14h30 às 17h30.

Inscrições pelo email: jeag@geal.org.br

LIVRO DE DEZEMBRO

Luz do Mundo

Amélia Rodrigues – psic. Divaldo P. Franco

Este livro, narrando e repetindo as mensagens do Senhor às Suas gentes simples e sofridas do passado, é um convite, uma tentativa de entretecer um colóquio com os que sofrem, apresentando-lhes Jesus, o Incondicional Benfeitor, que permanece aguardando por nós.

Recorda, revive, atualiza feitos e palavras, cicia em musicalidade fraterna as expressões que conseguiram impregnar os séculos e não desapareceram, agora representadas pelo pensamento kardequiano, encarregado de erigir o templo novo da fraternidade universal, delimitando as fronteiras do Reino de Deus, indimensionais como o próprio universo, que, no entanto, começa no coração, na alma do homem atribulado de todos os tempos.

Palavras da médium

Qual não foi minha surpresa quando, durante as lides psicográficas a que me entrego regularmente na sede da Sociedade Espírita Maria de Nazaré, em Rolândia (PR), percebi, nas primeiras linhas, que estava sendo ditada uma história. A princípio, julguei que fosse um conto, mas o relato do companheiro espiritual estendeu-se por quase 15 meses, num período entre os dias 23/02/1984 a 10/05/1985, ininterruptamente.

Depois de muito esforço e trabalho árduo chegamos ao final.

Durante todo esse tempo a influência amororsa dos mentoress espirituais se fez presente, auxiliando-me, poderosamente, nos momentos difíceis.

Trabalha… confia… espera…

Em meus ouvidos vibravam semmpre essas palavras, que me fizeram prosseguir destemida, e que valem por todo um programa de vida; confiante, prossegui até o término da tarefa que Jesus me havia concedido.

O resultado aqui está.

O meu agradecimento aso Mensageirso de Jesus que me auxiliaram no recebimento da obra.

Ao amigo e companheiro Jésus Gonçaves, sob cuja assistência amorosa e vontade firme desenvolve-se o trabalho, o meu agradecimento sincero e imorredouro pelas lições de vida que soube transmitir e pela paciência que teve para comigo frente às minhas deficiências.

Ao Mestre dos Mestres a gratidão pela oportunidade de elevação e reajuste que me foi concedida através doo trabalho redentor.

E aqueles que, porventura vierem a folhear estas páginas, que as lições contidas no texto possam auxiliar de alguma forma, servindo de exemplo e meditação, e que sejam proveitosas as experiências aqui relatadas.

Espero ter captado o ambiente, o clima e a emoção que o autor espiritual procurou trasnmitir no desenrolar das cenas e que senti durante a psicografia.

As falhas que por acaso surgirem devem ser debitadas à falta de condição da médium em transmitir com fidelidade e clareza as ideias do autor espiritual.

Que Jesus possa abençoar a todos.

Célia Xavier Camargo – médium do livro do mês

LIVRO DE NOVEMBRO

Perdoa!…

Jesus Gonçalves – psic. Célia Xavier Camargo

 

Este livro é o primeiro de uma trilogia em que o Espírito Jesus Gonçalves narra sua trajetória ao longo de três reencarnações. A paixão por uma mulher, quando foi o soldado Ciro do exército de Belizário no Império Bizantino, no ano 535 de nossa era, o fez cometer transgressões às divinas leis que só se dissolveram graças às ações da lei de Causa e Efeito.

É uma mensagem de libertação espiritual, mostrando-nos as belezas da vida futura após a vitória sobre os erros dolorosos, nas palavras do próprio Jésus Gonçalves, que encontrou a redenção em sua última encarnação quando contraiu a hanseníase em terras paulistas.

As mesas girantes

Um longo artigo assinado pelo conde e republicado nos principais jornais do país causara frisson entre os mais céticos e desconfiados. Um ano antes de Rivail tomar seu lugar à mesa da sra. De Plainemaison, o conde convocou a mulher, os três filhos (crianças de 11 a 15 anos), os botânicos Muret e Reuter e o pastor Tachet, além de “vários domésticos”, para participar de uma experiência em sua casa.

A estrela da noite: uma mesa de freixo redonda, com tampo de 80 centímetros de diâmetro, apoiado sobre coluna de madeira maciça com três pés. Os olhos do conde e de seus convidados ficaram cravados no móvel por uma hora até que fizesse jus à sua definição e se movesse sobre os tacos. Após os primeiros tremores, o impossível passou a acontecer. Com a palavra, o conde:

“Dada a voz de comando, logo a mesa obedecia, e realizava movimentos que nenhuma cumplicidade involuntária ou voluntária teria podido provocar (…). Bate três pancadas, bate dez. Bate com este pé, com aquele, com aqueloutro; levanta-te sobre dois de teus pés, sobre um deles; fica aprumada; resiste ao esforço daqueles que, colocados no lado em que te elevares, procurarão reconduzir-te ao chão.”

Em pouco tempo, a brincadeira ficou mais divertida. Os comensais deixaram de pronunciar suas ordens em voz alta e passaram apenas a sussurrar para o vizinho o número de pancadas imaginado a cada rodada. Instantes depois, a mesa seguia as ordens inaudíveis. No artigo, o conde admitiu ainda um engano cometido por ele e corrigido pela sábia mesa, quando pediu que ela revelasse, ao som das pancadas, a idade de cada um:

“Ela assentiu, apressando-se, de uma forma muito cômica, quando o número de pancadas a bater era algo considerável. Devo confessar, para vergonha minha, que fui corrigido por ela; tendo involuntariamente diminuído minha idade, a mesa, apesar disso, deu 43 pancadas em lugar das 42.”

A sessão terminou com uma reverência da súdita a seu senhor:

“Ordenei à mesa que se erguesse, que se erguesse mais e que se inclinasse para o meu lado, o que foi feito.”

No fim do texto, uma ordem aos leitores: “Aceitai”.

Muitos não aceitavam. E o professor Rivail estava entre eles. Sua postura ainda era a mesma do ano anterior, quando reagiu com ceticismo às descrições do amigo Fortier — especialista em hipnose — sobre o poder de comunicação das mesas.

— Elas falam! Interrogadas, respondem. Uma das mesas usou os pés para ditar magnéticas composições literárias e musicais. — Só acreditarei se me provarem que uma mesa tem cérebro para pensar e nervos para sentir — respondera Rivail.

(Trecho do livro do mês)